terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MAIS QUE PALAVRAS


Capa criada pelo estúdio canhotorium para minha História em Quadrinhos, chamada Mais Que Palavras. Lançada em 2009. Download da HQ pode ser feito nos links:
Parte 1
Parte 2

terça-feira, 20 de novembro de 2012

SÃO PAULO E SANTA CATARINA: “Onda de Violência” ou Terrorismo de Estado?



Ao se digitar a expressão “onda de violência” no site de busca Google, nas primeiras ocorrências estão as páginas web das empresas ligadas às organizações Globo e outras agências de noticias[1]. As manchetes são unânimes: “Onda de violência faz PM suspender férias de soldados em SC”, “Bebê assassinado em onda de violência é enterrado em SP”, “PM confirma terceira morte em onda de violência em SC”, e por aí vai... Todos empenhados em culpar a tal onda, como se essa surgisse do nada, sem motivo algum, estivesse em todas as partes ao mesmo tempo, não tivesse cara nem identidade. Como se tratasse de uma fatalidade, uma “crise”, uma catástrofe natural, como um tufão ou um terremoto. Ou ainda, como se fosse uma epidemia que tomasse conta da população, uma estranha enfermidade que faz as pessoas atirarem umas nas outras e a única solução para esse infortúnio seja colocar os militares nas ruas e fazer cessar a, então, “onda de violência”.  Porém, tenho motivos para acreditar que isso não acontece dessa maneira e que a solução mais apresentada seja justamente a causa de toda essa situação: Mais polícia, mais repressão, mais cadeia...
Quilombo dos Palmares, Porongos, Cabanagem, Sabinada, Balaiada, Canudos, Contestado, ditadura do estado novo, ditadura militar, Eldorado dos Carajás, Corumbiara, Candelária, Vigário Geral, Carandiru... Quantas chacinas, massacres e episódios sangrentos mais poderíamos elencar aqui, haveria folhas de papel ou espaço virtual suficiente na internet para tudo isso? Difícil dizer. A questão é que esse imenso pedaço de terra, conhecido por muitos como o país de nome Brasil, está completamente submerso em um passado e presente ensanguentados. O estado brasileiro, durante todos esses anos, cresceu e se estruturou, em parte, evidentemente, pelos impostos extraídos do suor de cada trabalhador e trabalhadora, mas também derramando uma boa quantidade de sangue dos seus ditos cidadãos, mais especificamente, aqueles que vivem nas periferias dos centros urbanos, que vivem nas florestas, nas beiras das estradas, embaixo das marquises e das pontes, que têm cor escura, que lotam o sistema prisional... Enfim, como poderia o opressor apresentar soluções para os problemas dos oprimidos?
As grandes corporações midiáticas brasileiras cantam, em coro, o mesmo refrão: a “onda de violência”. Falam também de uma “força-tarefa” articulada pelo ministro da justiça, José Eduardo Cardozo e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Entre as medidas adotadas estão o controle das fronteiras paulistas, contra a entrada de armas, a transferência de líderes do PCC para presídios federais, entre outras coisas. Se esses veículos de comunicação ou se esses governantes se dignassem a conversar com moradores das comunidades paulistanas e com membros do movimento Mães de Maio[2], saberiam que praticamente todas as mortes civis dessa chamada “onda de violência” não foram efetuadas por armas oriundas de fora desse estado e nem ordenadas por qualquer liderança do dito crime organizado. A maioria das balas que tem tirado a vida dos jovens negros nas periferias de São Paulo possui o calibre e especificações das usadas pela PM, ou seja, são financiadas pelos impostos pagos pelos chamados cidadãos paulistas, em última instância, são financiadas pelo estado brasileiro.  
Atirar primeiro, perguntar depois: A prática mais comum da polícia brasileira, sendo a paulista uma das suas mais fervorosas amantes. Desnecessário citar os casos de pessoas desarmadas, indefesas e sem ficha criminal assassinadas pelos agentes de segurança, basta uma pequena pesquisa para constatar tal fato. A pena de morte não existe nesse país. Juiz algum, em qualquer tribunal do estado brasileiro está autorizado a condenar quem quer que seja a morrer por seu crime. Não é o caso dos policiais, não só os de São Paulo, mas fiquemos com estes, pois é deles que tratamos nesse texto. Essas pessoas, à serviço do estado e, supostamente, a serviço do cidadão, tem o poder de prender, julgar, condenar e aplicar a sentença escolhida (normalmente, de morte), muito rapidamente, com absoluta conivência das autoridades superiores a elas e total aceitação por parte de uma sociedade amedrontada por uma mídia cúmplice de tais atrocidades, sim, cúmplice, à medida em que se presta a veicular a infame versão de “onda de violência”.
“Deus cria, a ROTA mata”. Quem nunca escutou esse bordão? Célebre frase que exemplifica a política sanguinária de um estado para com suas questões internas. Não raro, a crítica a tal postura é tratada como cumplicidade com o dito crime organizado, tornando o crítico alvo em potencial para os agentes do estado. É o caso do repórter do jornal Folha de São Paulo, André Caramante[3], obrigado a mudar de país com sua família depois de suas reportagens sobre a violência policial e os chamados “autos de resistência” provocarem a ira do vereador de São Paulo, Coronel Telhada, ex-comandante da ROTA. Alguém aí se lembrou da ditadura militar? Pois é, em 2012 pessoas ainda são forçadas ao exílio por suas opiniões. E sob um Brasil governado pelo PT, tendo, à frente, uma mulher ex-presa política dos anos 70. O que esperar dessa situação?
Pois bem, como se não bastasse essa política oficialesca de morte, ainda temos os grupos clandestinos de extermínio atuando amplamente nas periferias de São Paulo[4]. Formados por policiais e ex-policiais, representam uma parte triste da cultura política da direita latino americana. A antiga OBAN (Operação Bandeirantes) que perseguiu e exterminou militantes da resistência à ditadura militar nos anos de chumbo, se estruturou a partir desses infames esquadrões da morte que já existiam nesse período. E parece que nunca deixaram de existir. Sua violência, hoje, é direcionada preferencialmente aos membros das ditas facções criminosas, porém, matar indiscriminadamente nos bairros pobres é parte essencial de sua prática, numa clara intenção de espalhar o terror e manter o povo dessas localidades sob controle. Nisso que os meios de comunicação também chamam de guerra entre PM e PCC, vemos episódios que, ressalvas feitas, em muito lembram o confronto entre as tropas alemãs e a resistência nos territórios ocupados durante a Segunda Guerra Mundial. Um soldado nazista era morto, em represália, uma aldeia era invadida e trucidada. Em São Paulo, dos inícios do século XXI, um PM é atingido, como resposta, homens pilotando motos e usando capuzes fuzilam o primeiro grupo de jovens, na primeira esquina de alguma periferia paulistana. A mesma dinâmica é vista nas duas situações. 
A essa altura do texto já devo estar sendo considerado um “defensor de bandidos”, assim como em outros tempos, outras pessoas foram taxadas de “comunistas”, “hereges” ou “infiéis”. Mas isso não me preocupa, o que, sim causa preocupação é que uma instituição, como o estado brasileiro, através de seu braço armado, promova todo tipo de atrocidades e desrespeito aos direitos humanos e seja acobertado por uma mídia que espalha a versão mais ampla e impessoal possível como a da “onda de violência”, sem levantar absolutamente suspeita alguma sobre essas práticas terroristas de estado. Práticas que, de fato, estão sendo combatidas. Sim, se alguma coisa vai fazer essa política assassina recuar, nas ruas e nas prisões, nesse momento, é a ação do chamado crime organizado. As facções nascidas dentro do sistema penitenciário desse país, ou seja, nas barbas do estado, conhecem muito bem a linguagem da violência estatal e respondem na mesma moeda, talvez não na mesma intensidade. O chamado PCC ou, o recentemente descoberto, PGC (de Santa Catarina, como já foi visto na mídia nacional, outro estado que conta com uma polícia assassina e brutal) têm como matriz o sujeito social mais desprezado, o presidiário. Majoritariamente oriundos da porção mais pobre economicamente da nossa sociedade, de cor negra e sem muita instrução escolar, quando cumprem suas penas, os únicos que lhes dão “abrigo” do lado de fora das grades são essas organizações. Eles são tudo o que o estado brasileiro mais odeia e teme, eles são o seu pior pesadelo. Preferindo o extermínio a dar dignidade a essas pessoas, as elites desse país fabricam a sua própria antítese e, de certa maneira, se alimentam mutuamente, um não vivendo sem o outro.
Apenas uma sociedade sem opressão, que valorize mais a vida das pessoas do que a propriedade privada poderá pôr fim a essa violência interminável. É preciso dignidade, respeito aos direitos humanos, não mais brutalidade policial, não mais grupos de extermínio, não mais terrorismo de estado, não mais mídia mentirosa. Estas instituições não estão preocupadas com nosso bem estar e segurança, apenas estão interessadas em nossa submissão. Não se submeta, resista!

Rafael Martins da Costa


[1] Busca feita em 19 de novembro de 2012.
[2] http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/cotidiano/2346-ataques-em-sp-membro-do-maes-de-maio-fala-da-violencia
[3] http://www.viomundo.com.br/denuncias/caramante-tempos-atras-policiais-a-paisana-fotografaram-minha-familia-durante-um-passeio.html
[4] http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/component/content/article/207-revista/edicao-186/2519-em-cada-batalhao-da-pm-tem-um-grupo-de-exterminio-por-tatiana-merlino

terça-feira, 6 de novembro de 2012

UM OLHAR DE PERTO DA REVOLUÇÃO SÍRIA

Fazendo uma pausa para a reflexão, posto uma tradução minha para um relato escrito por um anarquista sírio sobre a situação em seu país. É interessante refletir como nem sempre as condições materiais são a única razão para os processos históricos. O texto foi encontrado no site http://www.anarkismo.net .


Um olhar de perto da revolução síria

Um anarquista entre jihadistas

Por um companheiro sírio

O que poderia, em alguma medida, explicar minha situação quando eu estava no interior dos “territórios liberados” da Síria, é que esses são territórios controlados pelo exército livre, as forças armadas da oposição Síria. Mas isso ainda não seria inteiramente verdadeiro. É verdade que nem todos os militantes do exército livre são jihadistas devotos, embora a maioria deles pensem, ou digam, que o que eles estão praticando é “Jihad”. A verdade é que há muita gente comum, mesmo ladrões, etc. entre eles, como em qualquer conflito armado. 

Minha primeira e última impressão quanto à situação corrente na Síria é que não há mais uma revolução população acontecendo lá; O que está tomando lugar no país é uma revolução armada que pode degenerar simplesmente para um conflito civil. O povo sírio, que mostrou coragem e determinação sem precedentes, nos primeiros meses da revolução, para derrotar o regime de Assad, apesar de toda sua brutalidade, está, agora, de fato exausto. Dezenove longos meses de feroz repressão e, recentemente, fome, escassez e contínuos bombardeios do exército do regime, está enfraquecendo seu espírito. Cinicamente, o beneficiário de tudo isso não foi o regime, mas a oposição, especialmente os islâmicos. Dependentes de sua relações internacionais, especialmente com os ricos governos despóticos do golfo pérsico, a oposição agora pode alimentar e apoiar a população faminta nas áreas controladas por suas forças. Sem esse apoio uma grave situação humanitária poderia estar tomando lugar.
Mas esse apoio não é fornecido de graça, nem pelos governantes do golfo, nem pelos líderes oposicionistas. Eles são, como qualquer outra força autoritária, solicitando a submissão e a obediência das massas. Isso, de fato, poderia apenas significar apenas a morte real da revolução síria como um corajoso ato popular das massas sírias. Sim, eu ajudei alguns jihadistas a sobreviver e outros a voltar ao combate, mas minha intenção real foi ajudar as massas às quais pertenço, primeiramente como médico, e, depois, como anarquista. 

Para dizer a verdade, não acho que nosso problema seja com o islã propriamente. O islã pode ser também igualitário, ou mesmo anárquico. Na história do islã houve estudiosos que reclamaram por uma sociedade muçulmana livre e sem estado, até por um universo livre sem qualquer tipo de autoridade. O problema com o que está acontecendo agora na Síria não é só o difícil e sangrento processo de superação de uma ditadura cruel, mas pode mesmo ser ainda pior: a substituição disto por outra ditadura, que pode ser pior e mais sangrenta. No começo da revolução, um pequeno número de pessoas, principalmente islâmicos devotos, reclamaram a representação das massas revoltosas e apontaram a eles mesmos como os verdadeiros revolucionários, a verdadeira representatividade da revolução. Isto foi contradito pela tendência predominante das massas e intelectuais revolucionários. Opusemos essa reivindicação autoritária e até falsa, mas fomos, e ainda somos, muito poucos para fazer alguma diferença real.
Essas pessoas defenderam que o que estava acontecendo era uma guerra religiosa, não uma mera revolução de massas oprimidas contra seus opressores. Usaram muito agressivamente o fato de que o opressor era de outra seita do islã, diferente da seita da maioria do povo que ele está explorando, uma seita que foi frequentemente julgada pelos sacerdotes sunitas no passado por ser contra o ensino do verdadeiro islã, o que é até pior do que não ser muçulmano. Ficamos chocados pelo fato de que a maioria dos xiitas, a seita do atual ditador, que são mais pobres e mais marginalizados do que a maioria sunita, deram apoio ao regime; e que participaram na brutal supressão das massas revoltas. Daí vem a “evidência” da “atual guerra religiosa” acontecendo entre sunitas e xiitas. Para elas, essas pessoas podem realmente estar reivindicando um real sunismo; elas são muçulmanas e tão sectárias que ninguém pode desafiá-las. De fato, eles construíam sua autoridade moral e espiritual antes do material.
Então, vem o apoio material dos governantes do golfo. Agora o potencial para qualquer luta popular real está caindo rapidamente; Síria é governada agora pelas armas; e só aqueles que as tem podem dizer algo sobre seu presente e futuro. E essa é a verdade não apenas para o regime de Assad e sua oposição islâmica. Em todo Oriente Médio as grandes esperanças estão desaparecendo rapidamente – Na Tunísia, Egito e onde quer que seja. Os islâmicos parecem ganhar todos os benefícios da corajosa luta das massas. E podem facilmente iniciar o processo de estabelecimento de suas leis fanáticas, com pouca oposição das massas. Posso sentir exatamente como Emma Goldman sentiu em 1922 quando ela rompeu com os bolcheviques e finalmente se desiludiu com suas regras. De fato, ninguém em todo mundo árabe e muçulmano parece mais próximo dos bolcheviques atualmente do que os islâmicos. Por muito tempo foram brutalmente reprimidos por ditaduras locais, usados para aterrorizar as massas no ocidente; e por causa disso podem ter parecido como se fossem a mais decisiva parte da oposição a essas ditaduras. Ao mesmo tempo, eles têm a mesma eficiente máquina de propaganda que os bolcheviques já tiveram. São tão agressivos e autoritários, quanto os bolcheviques foram durante os decisivos dias da Revolução de Outubro.  Então, parece lógico que os povos árabes optassem por tentar colocá-los no poder, ou aceitar sua subida até ele. Mesmo ansiar, como os operários e camponeses russos fizeram uma vez, que eles possam realmente criar um tipo diferente e melhor de sociedade, também parece lógico. No caso de Emma Goldman, ela despertou muito cedo dessa ilusão; para as massas, isso leva mais tempo. Ainda, Emma pensava, corretamente, em minha opinião: as massas estava muito certas para se levantar e tentar mudar sua realidade miserável, o grande “erro”, se isso pode ser descrito como um erro, foi feito pelas forças autoritárias que buscavam raptar a revolução. Nós apoiamos a revolução, não seus falsos “líderes”.

Construindo a alternativa libertária: propaganda e organização anarquista

A outra questão que penso ser importante para nós, anarquistas e massas árabes, é como construir a alternativa libertária: isto é, como iniciar uma propaganda libertária ou anarquista efetiva e como construir organizações libertárias. Para dizer a verdade, nunca tentei convencer ninguém a ser anarquista antes. Optei apenas pelo libre diálogo entre “iguais” com todo mundo. Nunca reivindiquei que sei tudo ou que qualquer anarquista ou qualquer outro ser humano mereça ser o “guia” ou o “líder” de outros, que ninguém merece estar na mesma posição que o Papa, imãs muçulmanos ou o secretário geral de qualquer partido leninista ou stalinista. Sempre pensei que tentar afetar outros é outro meio de praticar autoridade. Mas agora, vejo isso com outra perspectiva: isso é para fazer o anarquismo “disponível” ou conhecido para todos aqueles que querem lutar contra qualquer autoridade opressora de cuja repressão eles estão sofrendo; sejam eles operários, desempregados, estudantes, feministas, minorias étnicas, religiosas ou juventude, etc. isso é sobre tentar construir um exemplo ou amostra de uma nova vida livre no seio de uma organização libertária livre: não apenas como uma manifestação viva de sua presença potencial , mas também como um meio para alcançar essa sociedade.
Temos que fazer o anarquismo bem conhecido para todos os escravos e vítimas de todos os atuais sistemas supressivos e autoridades. EFETIVA PROPAGANDA ANARQUISTA é, penso, o primeiro objetivo de tais organizações. Em uma palavra, somos testemunhas da falência das “seculares“ tendências autoritárias (incluindo os nacionalistas e nacionalistas árabes, stalinistas e outras variedades de leninismo), e muito cedo a falência das religiões autoritárias. A alternativa futura deve ser, logicamente, libertária. Claro, o anarquismo não pode ser implantado artificalmente – deve ser um produto “natural” das lutas das massas locais. Mas ainda é necessário cuidado para ser devidamente realçado. Será, supostamente, o papel de nossa propaganda. Não haverá “centro” em nossa organização, nem burocracia, mas isso será esperado também de sua contraparte autoritária, até mesmo mais eficiente. Ainda Stalin ou Bonaparte não estão no poder, as massas sírias têm a oportunidade de obter um melhor resultado do que o da Revolução Russa. É verdade que isso tem se tornado mais difícil a cada minuto, mas a própria revolução já é um milagre, e nessa terra o oprimido pode cria seus milagres vez por vez. Dessa vez também, nós, anarquistas sírios, estamos botando todas nossas fichas e todos nossos esforços com as massas. Não pode haver outro caminho, ou não mereceríamos ser chamados de libertários.

Tradução: Rafael Martins da Costa, de Porto Alegre

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

ASSÉDIO MORAL 4

Último desenho para a cartilha sobre assédio moral que os companheiros e companheiras do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre estão preparando.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

BRIGADA MILITAR

Sobre os acontecimentos no centro de Porto Alegre, envolvendo o Tatu da copa, apenas um único comentário: Brigada Militar e Guarda Municipal covardes!

terça-feira, 31 de julho de 2012

E NA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL...

O reitor Jaime Giolo, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) cumpre um papelzinho medíocre ao exigir, de qualquer maneira, os nomes dos funcionários e professores que participam da greve das federais. É um dos poucos reitores a se submeter dessa forma aos desmandos do MEC e do governo de Dilma.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

ASSEDIO MORAL

Quem acompanha o blog deve ter reparado que ando meio ausente, são essas circunstâncias da vida. Mas aqui vai uma ilustração de um trabalho que comecei fazer para a cartilha sobre assedio moral, organizada pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre.

segunda-feira, 19 de março de 2012

NA SALA DE AULA

Essa é uma daquelas coisas que acontecem na sala de aula, cuja lógica nunca entenderei.

domingo, 18 de março de 2012

PROGRAMA MOVIMENTAÇÃO 17/03/2012

Aí pessoal, confiram o programa apresentado por mim, na Rádio Quilombo FM 88.3, da Restinga, zona sul de Porto Alegre. Nesse sábado, 17/03/2012, vocês podem ouvir os blocos de notícias do Jornal dos Trabalhadores e da Rádio Agência NP, além da música dos Gaúchos da Gema, muito legal.

domingo, 4 de março de 2012

PULA ROLETA


Vídeo produzido pela Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela, de Porto Alegre. Gostei muito da iniciativa da galera!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

AUMENTO DAS PASSAGENS EM PORTO ALEGRE


Todo ano é a mesma coisa, os mesmos personagens de sempre. O presidente da ATP, Ênio Roberto dos Reis, apresenta o pedido de aumento de passagens, os presidentes da EPTC e do Conselho Municipal de Transportes, Vanderlei Capellari e Jaires Maciel, respectivamente, aprovam um valor pouquinha coisa menor que o pedido pela ATP. Por fim, o prefeito, José Fortunati, sanciona toda a baixaria.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012